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maio 15, 2015

A Língua Portuguesa de Angola


ENTRE O SIM E O NÃO, ESTÁ O TALVEZ?




Em Angola, discute-se muito, a hipotética existência de uma língua portuguesa própria do país. Será mesmo que já se pode falar de uma língua portuguesa angolana? Podemos afirmar, tal como é o caso brasileiro, que existe em Angola um português angolano, ou o “angolês”? Sim, existe, ou não? Talvez!?
Não pretendemos neste poster fazer um ensaio sobre o assunto por agora, mas apresentar,  duas teses doutoramento sobre a língua portuguesa em Angola. Faça o download gratuito do primeiro e do segundo. Boa leitura!

março 07, 2015

Análise Crítica do Conto Mestre Tamoda

Caros leitores, depois de longa ausência, por razões académicas cá estamos!  E desta vez com mais um artigo (clica aqui) que, embora, publicado noutros sites, só agora o colocamos aqui. Leia e dê à sua sugestão


Uanhenga Xitu (1924-2014)

dezembro 06, 2013

Nacionalização da Língua Portuguesa em Angola

UM PROCESSO MOROSO MAS IRREVERSÍVEL

 
A língua dança, vai à lavra e come connosco!















Chegou à bordo de uma caravela no século XV. Invadiu os reinos do Kongo, Ndongo, Matamba e outros. Passado vários séculos é 're-invadida', nacioanlizada, apropriada pelos 'donos de casa'. Torna-se mais angolana e diferente do português brasileiro, português, moçambicano, guinenense, caboverdiano, são-tomense, 'macauense'.

Uma perspetiva tratada em doutoramento. Acesse à Tese.

novembro 18, 2013

Interferência Linguística do Umbundu no Português e Respectiva Aprendizagem


A PROBLEMÁTICA DO PORTUGUÊS E AS LÍNGUAS "NACIONAIS"


Uma gentileza da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Leia esta dissertação clicando aqui.


outubro 23, 2013

ESTUDO COMPLETO

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA














À COMUNIDADE DE  LEITORES

Primeiro, agradecemos à todos pela frequência assídua ao nosso Blog, em segundo lugar,  informarmos que 
 já se encontra disponível na Internet o estudo completo sobre " Análise Crítica do Programa de Ensino da L.P na 7ª em Angola."

Para leitura clica no sublinhado a vermelho.

Resta-nos apenas reiterar votos de boa consulta e excelente proveito!

outubro 26, 2012

Material didáctico (currículo, programa, manual)

 Língua Portuguesa 7ª classe em Angola

 

 O material didáctico é um recurso imprescindível para o processo de ensino e aprendizagem. 


A qualidade e diversidade do material didáctico colocado à disposição dos alunos e professores podem contribuir para o desenvolvimento das diferentes capacidades e competências, permitindo igualmente, a    consolidação das aprendizagens efectuadas.  

Em Angola, a 2ª Reforma Educativa concebeu para o ensino do PLS à 7ª classe, dois materiais didácticos oficiais: o Programa e o Manual.  

O Programa contém as orientações curriculares e está organizado essencialmente nos seguintes elementos: I - Introdução geral da disciplina; II- Objectivos gerais da disciplina no ciclo; III - Objectivos gerais da disciplina a classe que corresponde o Programa; IV - Conteúdos; V - Temas; VI – Sub - temas; VII - Tempo lectivo previsto; VIII - Sugestões metodológicas para cada tema, e por fim, IX - Avaliação.  

O Manual é o instrumento materializador das orientações do Programa. O da 7ª classe tem 208 páginas, e organiza-se em 6 unidades. As 5 primeiras são de tipologias textuais (narrativos, descritivos, poéticos, informativos e injuntivos) e a última é um bloco gramatical que ressume toda a matéria de gramática programada para esta classe.  

Este material didáctico é normalmente complementado por outros, decorrentes por sua vez das necessidades e possibilidades pessoais de cada professor. Incluem-se aqui gramáticas, dicionários e prontuários, fundamentalmente.

Dos dois materiais didácticos da Reforma, o nosso Trabalho trata somente do Programa, e divide-o em dois blocos de análise: a dos conteúdos disciplinares por um lado, e a dos transdisciplinares por outro. 

Assim, no próximo capítulo, abordaremos o primeiro bloco, onde afloramos às questões de aprendizagem dispostas no Programa no domínio da oralidade, da leitura, da escrita, do vocabulário e da gramática, através das tipologias textuais: narrativa, descritiva, injuntiva, informativa e poética.  

Pensamos ser favorável, essa estrutura sugerida pelo Programa, claro, desde que haja sintonia com as metodologias e estratégias conducentes à proficiência comunicativa do aluno.

Bibliografia

 

INIDE (2003) Programa de Língua Portuguesa da Reforma Educativa para o Ensino Secundário do Iº ciclo 7ª,8ª e 9ª Classe. Luanda, Angola 

JORGE, Leila. (1996) Inovação Curricular: Além da Mudança de Conteúdos. Editora Unimep, Piracicaba.

JOSÉ, E. da Assunção; COELHO, M. Teresa. (2004). Problemas de Aprendizagem. Editora Actica, Lisboa. 

JOSÉ, Morgado (2002). A Relação Pedagógica, Ensinar e Aprender. Lisboa, Editorial Presença.

LEIRIA, Isabel. (1999) Português Língua Segunda e Língua Estrangeira: Investigação e Ensino. Texto apresentado no 1º Congresso do Português Língua não-Materna, Fórum Telecom-Picoas, Lisboa.
 
LIBÂNEO, José Carlos, s/d, Didáctica, Cortez Editora, São Paulo
       

junho 25, 2012

Ensino Português LS em Angola


Resumo da Dissertação de Mestrado apresentada à Universidade Nova de Lisboa

 Título: Análise Crítica do Programa da Reforma Educativa para o Ensino do Português como Língua   Segunda na 7ª classe em Angola




A situação actual da língua portuguesa em Angola desperta interesse de estudo em várias áreas. A questão do seu ensino, enquanto língua segunda, é a vertente que se destaca neste Trabalho.

Recentemente o Governo angolano, promulgou a 2ª Reforma Educativa com objectivo de melhorar o sistema de ensino – aprendizagem.

A língua portuguesa está em destaque. Não só por assumir o papel de língua oficial e de escolaridade, mas também, por ser o veículo de comunicação internacional e de confluência com às línguas locais maioritariamente Bantu.

É neste contexto, que se procura dar a melhor resposta à necessidade de formação de usuários proficientes de PLS, e isto requer, a elaboração e aplicação de metodologias que respondam ao desafio.

Nesta perspectiva, propusemo-nos a realizar o estudo com o título: Análise Crítica do Programa da Reforma Educativa para o Ensino do Português LS na 7ª Classe em Angola, com objectivos essenciais de analisar às propostas metodológicas e sugerir melhorias.

Para tal, servimo-nos do método empírico consubstanciado na consulta da bibliografia especializada e na de documentos reitores da Reforma.

O Trabalho organiza-se em cinco capítulo, conclusão, sugestões, bibliografia e anexos.

Da análise feita concluímos que a 2ª Reforma Educativa de Angola é um projecto ambicioso, com resultados aceitáveis, mas ainda distantes do ideal preconizado.

Urge que se melhorem as condições de trabalho, de investigação, de ensino e infra-estrutural. Para a língua portuguesa em especial, a aposta na (re)qualificação dos quadros e a colocação de mais e melhores condições é fulcral.

Do Programa vê-se uma estrutura diversificada, e se bem aplicada, facilita a aquisição de conhecimentos científicos e holísticos. Porém as metodologias e as estratégias, tendem mais a mecanização do processo de ensino – aprendizagem.

Aqui o papel do professor é fundamental, não só no respeito e cumprimento do legislado, mas sobretudo, com uma perspectiva crítica construtiva.

Palavras – chave: ensino e aprendizagem da língua segunda; programa de ensino; proficiência comunicativa